05) Nada como “vestir virtualmente” minha fantasia de Rambo nesse carnaval…

Fala moçada retrogamer carnavalesca!!!

E aí, como estão passando esse carnaval? Para mim, está sendo uma ótima oportunidade para descansar, me aprofundar cada vez mais no universo retrogamer, além de tirar o atraso em relação aos filmes acumulados que eu tenho que assistir (já falei para vocês que também sou cinéfilo? =D). Não que eu não goste de carnaval, mas é que, infelizmente, essa festa popular está deixando de ser popular (é só ver, por exemplo, o desfile das escolas de samba). Mas esse blog não é sobre cinema, muito menos um diário pessoal. O povo que visita essa joça quer saber de jogos e é isso que eles vão ter!!! =D

O nosso "Rambo wannabe" pronto para a guerra!

Ikari Warriors é um jogo de ação lançado pela SNK em 1986. Muitos pensam que esse jogo é a resposta da criadora do Neo-Geo a Contra (caso algum dos leitores não conheça Contra, pegue já sua coleção de emuladores e jogue até zerar!! =D), mas na verdade o primeiro do estilo, feito pela Konami, é Commando (não confundir com “Capitain Commando”, “Bionic Commando”, ou então “Comandos em Ação”!! =D), criado pela empresa de “Street Fighter” um ano antes (quem sabe eu fale sobre ele num futuro post?). Conhecido simplesmente por 怒 (Ikari, literalmente “ódio”) no Japão, este foi o primeiro grande lançamento da SNK nos EUA (distribuído por lá pela Tradewest) e, num mercado dominado por inúmeros clones de “Commando” no mercado, a SNK teve que fazer um trabalho no mínimo digno para se destacar frente aos outros.

Seria ótimo ter um desses em casa!

O jogo também é conhecido pelos amantes dos jogos de luta (especialmente por aqueles que veneram a série “The King of Fighters”) por trazer pela primeira vez os personagens Ralf e Clark. Nada mais justo, afinal a série de luta foi lançada como uma reunião de todos os personagens da empresa (com mais alguns convidados, é claro). O enredo, simples como sempre deve ser nesse estilo: Ralf e Clark são designados para salvar o seu comandante, que se encontra preso numa floresta da América do Sul, munidos apenas de uma metralhadora, granadas, um tanque que aparece esporádicamente e um nível de testosterona tão alto a ponto achar que serviria de colete a prova de balas contra milhares de inimigos fortemente armados e sedentos de sangue. Ou então eles viram demais os filmes da série “Rambo”. =D

Somos um exército/O exército de um homem só! =D

Como todos os jogos do estilo (especialmente aqueles feitos pela “placa do momento”, a Zilog80!! =D), os gráficos são simples, mas cumprem com louvor o seu papel. Árvores, terra molhada, pedras no meio do caminho, pontes, poças d´água, rios, todos os apetrechos que adornam um típico ambiente florestal são representados em sprites nesse jogo. Os inimigos, como era de se esperar, não apresentam muita variedade gráfica, o que acaba não fazendo muita diferença (é só ver os filmes de ação/guerra que inspiraram esses jogos, são recheados de figurantes contratados para serem atingidos pelas milhares de balas disparadas pelo herói, a diferença aqui é que eles podem acertá-lo! =D).

Alguem arriscaria dizer quantos eu acertei com a granada? =D

Ao contrário de alguns jogos da época, não há uma mudança de tela quando se derrota um “chefe de fase”. Isso para alguns pode soar como um defeito, mas acaba dando um certo charme ao jogo, pois cria uma impressão de uma urgência que confere um certo charme e semelhança com uma experiência cinematográfica, como se você mesmo fosse o próprio “Rambo”.

O tanque é rosa mas o jogo é de macho!!

Como dito anteriormente, o jogador dispunha de uma metralhadora e granadas. Mas, ao contrário da grande maioria dos jogos do gênero, não só as granadas, mas a metralhadora eram de uso limitado, precisando de power-ups (que também davam um upgrade nas sua munição) para serem recarregadas. Assim, adicionava ao já difícil jogo uma pitada de estratégia, já que não bastava sentar o dedo no botão e atirar desenfreadamente para qualquer direção, sob pena de ficar sem balas num momento indesejável e ficar mais furado que queijo suíco.

 

Que tal brincar de boliche agora?

Uma curiosidade desse jogo diz respeito a sua conversão para o mercado norte-americano. No original japonês, os inimigos que você enfrenta durante o jogo revelam-se como nazistas (com direito a “tela final” com um tapete vermelho adornado com uma suástica). Na conversão para os EUA, provávelmente com medo de chocar algum descendente de alemães ou até mesmo de ser processada por um neo-nazista, a suástica foi retirada. Afinal de contas, os Arcades eram jogados predominantemente por crianças na época, não é mesmo? [ironia mode on]

 

A suástica na versão japonesa em todo o seu vigor!

A jogabilidade aqui é um caso a parte. A grande característica de “Ikari Warriors”, e que dificultou e muito a minha adaptação ao jogo, é que o Arcade dispunha de joysticks rotatórios (criado pela própria SNK). Explica-se: normalmente, os joystics Arcade permitem a movimentação do jogador em oito direções (daí a alcunha 8-way joysticks). No caso de Ikari Warriors (que não foi o primeiro da SNK a vir com esse recurso, mas foi o que popularizou), eles permitiam também rotacionar o jogador na direção que ele desejasse, assim eles poderiam andar e atirar em 360º ao mesmo tempo, permitindo assim uma precisão maior e (muito) necessária àquele que ousar enfrentar o jogo (apesar de causar uma impressão de que estávamos “quebrando as costelas” do nosso guerreiro!! =D). Infelizmente, como não dispunha desse artifício, nem conheço ninguém que possa construir um para mim, tive que utilizar um joystick Arcade convencional, o que dificulta ainda mais a jogatina.

Aqui a placa que permitia quebrar a coluna do seu personagem!

Enfim, tirando esse contratempo dos joysticks rotatórios, é um jogo que, se não tem em sua concepção algo original, apresentava algo novo e único na sua jogabilidade. Mesmo sendo difícil até a medula, vale a jogatina, de preferência com uma faixa vermelha na testa e trajado apenas com uma calça camuflada e uma botina. Como ainda estamos no carnaval, pode até servir como fantasia!

Tá bom, chefe, mas bastava vc pisar neles para fugir daqui! =D

E assim temos mais um post no “Relíquias do MAME”! Como sempre, o blog pode ficar um bom tempo sem um post, mas isso não significa que ele será abandonado (bom, pelo menos não por enquanto!). Sendo assim, fiquem sempre ligados no meu twitter para novidades no blog (bem como outras besteiras de 140 caracteres que escrevo por lá!). E o próximo jogo a ser comentado já está no nosso cabeçalho, portanto, comentem, e tentem advinhá-lo.

Até a próxima e bons games a todos!

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04) Aprenda sobre os deuses da mitologia grega atirando neles!!

E aí debulhadores retrogamers?

Acho que os (2) leitores desse moribundo blog estavam ansiosos, se perguntando se iria cumprir a promessa feita no início do ano. Bom, confesso que essas primeiras semanas eu achei que não poderia cumprir a contento (mais uma vez fiquei sem internet + fiquei doente + minha mãe ficou doente), mas, como “sou brasileiro e não desisto nunca” (frase ridícula, aliás!! =D), estou aqui para finalmente postar qual é o jogo que está no cabeçalho do blog há mais de cinco meses!

Sem mais delongas, vamos ao jogo em questão!

Tela inicial do jogo

“Phelios” é um shoot’em up (ou, colocando no popular, “jogo de navinha”) desenvolvido pela Namco em 1988. Caso os (2) leitores desse blog conheçam a história dos shoot’em ups ou tenham lido a Old!Gamer #03 (caso não tenha lido, o que você está fazendo ai lendo esse blog metido a besta? Compre logo!!), deve saber que, nessa época, os shoot’em ups estavam vivendo um momento de expansão, com inúmeros jogos do gênero sendo produzidos, todos eles tentando ganhar uma fatia do sucesso das duas referências do gênero: “R-Type” e “Gradius”. Sendo assim, o jogo teria que possui algo que diferenciasse dos outros.

No caso de “Phelios”, este diferencial foi em relação a inspiração para o desenvolvimento não só da trama principal, mas de todo o level design. Ao buscar inspiração na Mitologia Grega, inserindo o já batido tema “resgate a presença das garras do mal”, o jogo ganhou um certo destaque, tendo o seu diferencial no fato de proporcionar ao jogador a sensação de ser um deus grego (no caso, Apolo, deus do Sol) que, montado no seu pégasus, precisa resgatar Artemis (deusa da Lua) das garras de Typhon (o titã que Zeus derrotou com cem parafusos de relâmpago e o colocou debaixo do Monte Atena), enfretnado inúmeras hordas de criaturas e asseclas do mal, além de clássicas criaturas da mitologia.

Maldito! Você não me escapará, Thypon!!

Como a grande maioria dos shoot’em ups lançados na época, “Phelios” se inspira em “Gradius” e “R-Type”, inserindo elementos caracterísiticos dos dois jogos. Da franquia da Konami veio a inspiração para os power-ups, mais especificamente as options. Além das unidades de tiro auxiliares (com o máximo de 3), alguns itens adicionam projéteis especiais ao arsenal de Apolo. Já da franquia da Irem veio a inspiração dos cenários orgânicos da série para criar as criaturas mitológicas que Apolo enfrentará.

Tomem essa, esqueletos!!! =D

Ao contrário do que se pode supor á primeira vista, “Phelios” não é apenas uma mera cópia dos dois expoentes do gênero. Alguns detalhes inseridos pela Namco (como a própria inspiração na Mitologia Grega) ajudam a dar personalidade ao jogo. Um bom exemplo disso são as telas de transição entre uma fase e outra, em que cenas do calvário de Artemis em sua prisão são mostradas, dando um clima mais épico a sua missão, como se fosse um incentivo a Apolo a vencer mais uma fase para enfim tê-la em seus braços.

Já estou chegando! Aguente firme!!

A jogabilidade é simplesmente muito boa. Os comandos são sensíveis na medida certa e extremamente simples (apenas o direcional e um botão para tiro, que, quando carregado e solto após alguns segundos, permite um tiro único muito mais forte), seguindo a velha regra de “fácil de jogar, e desafiador para dominar” presente na maioria dos jogos de sucesso.

A-DO-REI o seu cabelo!!! Qual o segredo?

E não mencionamos a palavra desafiador á toa. Logo de início podemos escolher dois níveis de dificuldade: Normal e Hard. Na dificuldade normal depois de algumas horas de mortes e mais mortes o jogador consegue pegar o jeito e avancar alguns níveis (quem sabe até chegar ao final). Já na dificuldade Hard os inimigos, como já deve ser esperado, são muito mais ágeis e os tiros inimigos aparecem em uma quantidade muito maior (ainda que não chegue a ser um “Bullet Hell”), tornando-se uma missão muito mais complicada. Ainda assim, não chega a ser impossível dominar a técnica necessária para debulhar o jogo.

Temos dragões!! E isso é só a 1º fase...

Como boa parte dos shooters da época, “Phelios” é um jogo curto. O jogo possui apenas sete fases, todas elas baseadas, como dito anteriormente, em ambientes caracterizados na Mitologia Grega, o que permite ao jogador chegar ao final do jogo em aproximadamente meia hora. Abaixo, temos a descrição delas (fonte: Wikipedia):

– Devil in Delos: No estágio inicial do jogo, Apollo precisa eliminar as criaturas que invadiram sua pacífica morada em Delos, até se defrontar com diversos dragões Ládon, que guardam o templo da medonha Medusa.

– Death Dungeon: Após derrotar a Medusa, Apollo segue por uma caverna que o levará até um obscuro círculo de criaturas denominadas de Emuzza. Conseguindo destruir cada uma das Emuzza, um buraco se abre no chão e Apollo segue para um mundo subterrâneo mais obscuro, que terminará em um encontro com a três irmãs cegas Graial.

– Skyey Parboleos: Nesta fase Apollo está nos céus de Parboleos, aonde ele precisa enfrentar grifos, entre outras ameaças, até chegar ao templo de Seiren, uma mulher belíssima, mas que logo se revela uma diabólica criatura alada, uma Harpia.

– Fire Devildom: Neste mundo tomado pela lava, Apollo se defronta com diversas criaturas oriundas do fogo, até se encontrar com Antios, um monstro completamente feito de fogo.

– Icebound Soul: Após derrotar Antios, Apollo vai para em um mundo gelado, aonde ele encontra novos desafios, antes de precisar derrotar Skylla, uma criatura apresisionada em uma bola de cristal, mas que possui o controle sobre o gelo.

– Watchdog in Hell: Nesta fase Apollo enfrenta morcegos e tarântulas, além de precisar se desviar de rochas lançadas por demônios. No final, Apollo se defronta contra Kerberos, um cão de três cabeças, o guardião do mundo dos mortos.

– Temple of Typhon: Na última fase do jogo, em meio a diversos inimigos, Apollo precisa coletar as sete peças (letras) que compõem a espada Phelios, pois somente em posse da espada da luz ele poderá desafiar Typhon. Vencendo Typhon, Apollo liberta Artemis e os dois então retornam ao seu mundo montados em pegasus.

Apesar de todas as suas qualidades (o único ponto negativo seria a trilha sonora, razoável, mas não chega a ser épica) , infelizmente esse shoot’em up não fez sucesso fora do Japão, tendo apenas uma adaptação do original para o Mega Drive em 1990 que, apesar dos gráficos parecidos com o original, também não fez muito sucesso, afundando de vez a possibilidade de uma franquia. Apesar disso, “Phelios” merece destaque, não apenas por se inspirar em um tema não tão comum no gênero (o que poderia ser mais frequente hoje em dia), mas por oferecer além disso uma jogabilidade bastante sólida, um ótimo trabalho de “game design” e “level design”, além de uma boa curva de dificuldade (desafiadora, não impossível).

E, com isso, temos o primeiro post real de 2011. Espero que os (2) leitores desse blog tenham gostado. E já temos um jogo novo no nosso cabeçalho para vocês advinharem. Basta escrever o nome do mesmo nos comentários. A resposta será dada em breve (esse breve pode ser um uma semana, ou um mês… Mas prometo que me esforçarei para que seja o mais rápido possível!! =D).

Até a próxima e bons games a todos!!

 

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[OT] Desastre na Região Serrana – Ajude as vítimas e ganhe prêmios

Fala, pessoal retrogamer!!

Esse é um post meio off-topic, mas de importância inestimável.

Acredito que todos estão acompanhando as consequências causadas pelas chuvas na Região Serrana (em especial Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis). Reportagens já apontam essa tragédia como o maior desastre natural do país.  Mais do que as perdas materiais (e acreditem, muitas famílias perderam tudo o que tinham), as perdas pessoais (amigos, conhecidos e familiares) e a sensação de descaso total do poder público perante a situação dessas pessoas (já é mais do que sabido que todo começo de ano temos as chuvas de verão, que sempre – em maior ou menor proporção – causam transtornos, mortes e outros problemas graves para a população, e nenhuma providência preventiva é adotada) são fatos que, sendo sincero, me deixam totalmente pra baixo.

Pensando em ajudar esse pessoal, o grão-mestre da blogosfera retrogamer Orakio Rob, do Gagá Games, bolou uma campanha para ajudar as vítimas, com distribuição de prêmios para quem participar. Aqui vai um resumo:

E onde o Gagá Games entra nesta história? Vamos fazer uma “brincadeira” aqui. É o seguinte:

  • Viste este link do GLOBO, que lista os diversos meios para se ajudar as vítimas da região serrana;
  • Escolha qualquer opção: doação de dinheiro, doação de sangue, qualquer uma;
  • Mande para  ou poste aqui nos comentários uma prova de que você ajudou: foto sua no Hemorio, comprovante de depósito bancário, o que seja;
  • Dia 31 de janeiro, segunda-feira, vou sortear um jogo de até 10 dólares do GOG.com entre os participantes.

Além disso, o Orakio convocou todos os blogueiros retrôs do Brasil para que contribuam com prêmios.  Como a idéia é genial e benevolente, esse pobre blogueiro resolveu dar a sua contribuição.

Sendo assim, além dos prêmios já anunciados pelo Gagá Games e pelo Passagem Secreta, o Relíquias do MAME vai contribuir com os seguintes prêmios:

– Um jogo de Game Boy Advanced dentre os mostrados na foto logo abaixo;

– Um DVD com o MAME, recheado de jogos e já pronto para jogar.

Agora é com vocês! Espalhem a notícia, falem com seus amigos, contribuam também. Acreditamos que a lista de blogs participantes crescerá, e, com isso, teremos um mega-pacote de prêmios para vocês. E tudo por uma boa causa!

EDIT – Bastou apenas um final de semana para a blogosfera retrogamer mostrar a sua força. Já temos 21 doações e mais de R$ 400,00 em doações, segundo o nosso grão-master retrogamer e organizador da campanha, Orakio. Valeu a todos que doaram!! Agora é com o restante do pessoal.

EDIT 2 – Para incentivar os gamers a doarem cada vez mais e, assim, sermos o campeão de doações (mostrando que, em matéria de filantropia, essas instituições como Rede Globo, Viva Rio são de araque) trago a todos a relação dos jogos de GBA que estão disponíveis, bem como a situação deles (se eles estão completinhos, com manual, encarte e outros mimos, ou não), com FOTOS. Tudo bem que foram fotos tiradas de uma câmera BEM antiga, mas acho que já dá uma idéia dos prêmios. Aliás, sobre as fotos, elas estão localizadas na parte inferior do lado esquerdo do blog. Basta clicar em qualquer uma delas que você será endereçado ao meu endereço do flickr com todas elas. Sendo assim, degustem a relação de jogos e as fotos logo abaixo e não esqueçam de fazer a sua doação.

– Relação dos jogos de GBA:

  • Tales of Phantasia – Completo
  • Final Fantasy V Advance – Completo
  • Gunstar Super Heroes – Completo
  • Scurge: Hive – Completo
  • Drill Dozer – Completo
  • F-Zero GP Legend – Completo
  • Astro Boy: Omega Factor – Completo
  • Advance Guardian Heroes – Completo
  • Final Fantasy VI Advance – Jogo + Caixa
  • Castlevania Double Pack (Harmony of Dissonance + Aria of Sorrow); Metroid Zero Mission + Metroid Fusion + Super Street Fighter II + Advance Wars – Apenas o jogo

Até a próxima e bons games a todos!!

Lista dos blogs/blogueiros participantes:

  • Gagá Games: um jogo que custe até dez dólares no GOG.com;
  • Passagem Secreta: um dos jogos incluídos nos packs de Mega Drive da Sega no Steam (pack 1pack 2);
  • Relíquias do MAME: um destes cartuchos de Game Boy Advance (dependendo do escolhido, com manual e tudo) + DVD com MAME recheado de jogos, pronto para jogar;
  • David Laks: um Game Boy Color com Zelda Oracle of Ages e Zelda Oracle of Seasons originais + cinco cópias do clássico Freedom Force no Steam (no caso do Freedom Force, sortearemos mais quatro vencedores);
  • Vida de Gamer: Elder Scrolls III: Morrowind (PC, usado, só os CDs) e Tomb Raider Underworld (PC, novinho);
  • Revista Game Sênior (Mano): jogo Dead Angle de Master System + controle de 3 botões clássico do Mega Drive;
  • Pablo Rozados: um pack de jogos do Mega Drive no Steam à sua escolha (pack 1pack 2);
  • Violão de 8 Bits: qualquer jogo da SEGA no Steam até cinco dólares;
  • Joel Nascimento: um cartão de 20 dólares para a PSN ou a LIVE, ou um jogo até 20 dólares no Steam para quem não tem PS3 ou X360;
  • Re: Games: uma camisa pólo novinha do Halo: Reach;
  • JogOfertas: uma camiseta pólo do Portal Xbox;
  • XboxPlus: um jogo de até 15 dólares no Steam;
  • RetroNewsForever: um jogo até 10 dólares no Steam;
  • Jornada Mega Drive: um jogo até 10 dólares no Steam;
  • FalaíGeek: uma caneca da Loja Geek (tem do Mario e do Sonic!);
  • Cemetery Games: jogo Command & Conquer: Tiberian Sun (2 CDs, na caixa, estado de novo) e Command & Conquer: Renegade (2 CDs, na caixa, estado de novo). Ambos para PC;
  • GLStoque: edição nº 1 LACRADA da revista Old!Gamer;
  • Blast Processing: Sonic 2 (MD) original (em caixa não original) + expansão War Chiefs para Age of Empires III (PC, original e lacrada);
  • Game Nostalgia: Diablo 2 (PC, manual em português, CD-KEY para jogar na internet, encartes);
  • QG Master: dois jogos de Master System no Virtual Console, ou um jogo de até 10 dólares no GOG.com.
  • Cosmic Effect: uma música de retrogame (até 16 bits) a ganhar um novo arranjo pelo “mago” Eric Fraga!
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A volta do blog (pelo menos é o que parece) + Os números de 2010

E, contrariando as estatísticas, estamos de volta (pelo menos por enquanto)!!!

Esse fenômeno é até normal na blogosfera gamer. Um blog começa com todo o gás e as boas intenções, mas as complicações da vida (até porquê a grande maioria têm várias outras obrigações) acabam forçando a pausa temporária e até a extinção do blog. Mas, como somos brasileiros e não desistimos nunca, insistimos em retomar aos posts.

Nessa passagem de ano recebi (assim como vários outros blogueiros do wordpress) um e-mail bem legal com as estatísticas do blog feita pela equipe do wordpress, com a opção de postá-las. Como achei bem interessante, resolvi colocá-las no blog. O resultado vocês verão logo abaixo.

Mas não pensem que o blog terá apenas posts pré-programados por programadores externos ou por computadores. Continuaremos desbravando as relíquias perdidas dos Arcades (com a ajuda do MAME, o emulador padrão e os seus milhares de ROMS e CHD’s) e, sempre que possível, dando as nossas impressões aqui para vocês (3) leitores. Espero que esse ano tudo corra sem maiores percalços para que cada vez mais posts estejam presentes por aqui. E aguardem que teremos novidades por aqui. Por ora, fiquem com as estatísticas do blog em 2010 (mesmo ele só tendo 3 posts!!! =D).

Até a próxima e bons games a todos!!!

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Os duendes das estatísticas do WordPress.com analisaram o desempenho deste blog em 2010 e apresentam-lhe aqui um resumo de alto nível da saúde do seu blog:

Healthy blog!

O Blog-Health-o-Meter™ indica: Este blog é fantástico!.

Números apetitosos

Imagem de destaque

A Torre de Pisa tem umas escadas com 296 degraus até ao topo. Este blog foi visitado cerca de 1,100 vezes em 2010. Se cada visita fosse um degrau, já teria subido a Torre de Pisa 4 vezes

 

In 2010, there were 3 new posts, not bad for the first year! Fez upload de 23 imagens, ocupando um total de 1mb. Isso equivale a cerca de 2 imagens por mês.

The busiest day of the year was 2 de agosto with 54 views. The most popular post that day was 03) Um jogo em que você pode bancar o Godzilla, o King Kong e um Lobisomem Americano em Londres….

De onde vieram?

Os sites que mais tráfego lhe enviaram em 2010 foram gagagames.com.br, gameretrobrasil.blogspot.com, twitter.com, obama-scandal-exposed.co.cc e yoritoshi.wordpress.com

Alguns visitantes vieram dos motores de busca, sobretudo por rampage world tour, rampage, jogo rampage, jogos de king kong destruindo a cidade e jogos de king kong destruir cidades

Atracções em 2010

Estes são os artigos e páginas mais visitados em 2010.

1

03) Um jogo em que você pode bancar o Godzilla, o King Kong e um Lobisomem Americano em Londres… agosto, 2010
7 comentários

2

01) Press Start Button junho, 2010
3 comentários

3

02) Shoot’em up e Luta – Combina? junho, 2010
7 comentários

4

Sobre o Relíquias do MAME junho, 2010
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03) Um jogo em que você pode bancar o Godzilla, o King Kong e um Lobisomem Americano em Londres…

Pensaram que ia desistir tão fácil dessa empreitada?

Nada disso!!

Caso ainda não estejam acostumados, eu costumo dar essas sumidas de vez em quando. Isso porquê, apesar de me aventurar em dois blogs, não tenho muito tempo livre. Mas fiquem tranquilos: quando o blog parecer que está morto, ele sempre dará uma sobrevida!

Mas deixemos de lamentações e vamos ao jogo desse mês. Aliás, já estou deixando a entender que esse será um blog mensal. Bom, talvez seja isso mesmo ([yoda mode on] Meditar sobre isso eu irei!![yoda mode off])!

Olha a trupe reunida!!!

Rampage World Tour é o segundo jogo da série Rampage, que se iniciou em 1986 (o jogo em questão é de 1997). O mote principal desse jogo é um dos sonhos de todo aficcionado em Godzillas, King Kongs, Monstros do Lago Ness, Pés-Grandes, e toda a sorte de monstros gigantescos modificados genéticamente e/ou de outros planetas: destruir cidades e mais cidades!

Fala sério: é ou não é um dos seus sonhos de infãncia? =D

Esse macaco não tá puro não...=D

No jogo em questão, você escolhe um dos três grandalhões (a saber: George, o macaquinho de circo super-desenvolvido; Lizzy, o parente do National Kid; e Ralph, o monstro da Universal que resolveu trampar em outro lugar) e sai destroçando cidade atrás de cidade, não sem antes fazer uma boquinha com os humanos do local e ser alvejado por todo o tipo de armamento terráqueo que encontrar pela frente.

Para fazer tais traquinagens, o piloto de gigantes que detém os controles dispõe de três botões: simplesmente os básicos pulo, soco e chute. Com esses comandos, o jogador precisa, para passar para a próxima cidade, cumprir os objetivos descritos no início da mesma, que vão desde “Destrua tudo que ver pela frente” (e para isso você pode utilizar os ataques normais ou simplesmente pular incessantemente em cima dos prédios) até “Consiga XXXXX pontos”.

Olá, têm alguém em casa?

Como dito anteriormente, teremos todas as forças de defesas terráqueas (que vão desde simples policiais com seus revólveres que te farão apenas cócegas até ogivas nucleares milhões de vezes mais mortíferas do que a bomba de Hiroshima) no seu encalço, doidas para fazer purê do seu adorado monstrinho. Aqui é o mais básico dos básicos: perdeu toda a energia, bye bye. O seu bichinho de estimação recupera a energia simplesmente comendo as iguarias que aparecem na sua frente (que vão desde frutas, um delicioso frango assado, ou, no momento de desespero, um mini-lanchinho rápido com o desavisado terráqueo).

Boa Tarde! 350 hot-dogs, sem molho, por favor...

Aqui o lance é tentar ser o mais rápido possível ao cumprir o objetivo da fase. Para isso vale botar o espírito de empreteiro de construção civil que existe em você e ser ligeiro na destruição. Caso contrário, a força aérea impedirá a destruição total destruindo toda a cidade. Sério, ela irá te impedir apenas cortando o seu barato. Mas isso implicará em uma baixa pontuação sua…

O que torna esse jogo divertido e interessante (além da sensacional sensação de ter sido o causador de uma hecatombe em inúmeras cidades sem ser preso por isso)  é o seu humor bastante característico. Um exemplo bastante claro desse tipo de humor é quando o seu monstrinho de estimação faz uma boquinha com certas “iguarias”: se eles estão caracterizados como padres ou religiosos, uma luz divina (na forma de um mega-relâmpago) o punirá por ter cometido tal sacrilégio com tal criatura sagrada; caso seja um dos tonéis de lixo tóxico vindos da Scumlabs (que, aliás, é a empresa de onde eles fugiram), ele se transformará num MEGA-GIGA-ULTRA-JÚPTER-MOTHERFUCKER-MASTER-COMBO monstro chamado V.E.R.N. (Violent Enraged Radioactivated Nemesis) até o final da fase.

Eu já falei que bancar o monstrengo destruidor de cidades é legal?

Nada como ter um amigo para compartilhar uma destruição...

O que pode pegar os desavisados de surpresa é o número de fases/cidades contidos no jogo. Sério, é simplesmente uma volta ao mundo mesmo!! Isso sem contar que, para chegar a última fase do jogo (a saber, a base lunar da Scumlabs), é necessário cumprir uma série de exigências. Provávelmente deve ter tido muito gamer que achou que esse jogo não tinha final! Para que todos comprovem que não estou delirando, veja a lista de cidades do jogo no link tirado da Wikipedia.

Apesar de soar um pouco datado hoje em dia, “Rampage World Tour” não deixa de ser um título interessante e divertido, feito especialmente para aqueles dias que você sente vontade de descontar toda a sua raiva reprimida em alguém. Afinal de contas, não há nada tão desestressante do que destruir cidades e mais cidades deliberadamente sem ser punido por isso (a não ser que o seu bichinho resolva sair da tela e queira acertar as contas com você =D)!!

Ei, foi o cara de verde! Eu juro!!!

E assim termina mais um post sem sentido desse blog. Sei que demorei um mês entre um post e outro, mas é assim também no meu outro blog, então é bom irem se acostumando com isso.

Acho que com essa declaração acabei de perder os meus poucos leitores! Bom, vida que segue!!

E não esqueçam de comentar a respeito e de também advinhar qual será o próximo jogo a ser comentado por aqui (ele já encontra no nosso cabeçalho). E antes que pensem maldade, não é nenhum hentai, seus pervertidos de plantão!!=D

Até o próximo post e viva aos Arcades (e ao MAME)!!!

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02) Shoot’em up e Luta – Combina?

Fala pessoal da blogosfera retrogamer!!!

Como prometido, estou postando hoje o primeiro post, sobre o primeiro jogo (retratado durante a semana no meu cabeçalho). Aliás, apenas uma pessoa arriscou o nome do jogo nos comentários. E essa pessoa passou longe, o que mostra que estou no caminho certo, hehehe….

Bom, sem mais delongas, vamos ao jogo!!

Se você leu a reportagem principal da Old Gamer #03 sobre os shooters (caso não tenha feito isso ainda, o que você está esperando?? Compre ela o mais rápido possível aqui), percebeu que ela estava recheada, tanto em quantidade (18 páginas), quanto em qualidade. Nessa reportagem, inúmeros shooters foram destacados, em maior ou menor grau. Entretanto, por mais incrível que possa parecer para aqueles que não conhecem muito bem o gênero, muitos deles (inclusive alguns importantes e interessantes para o gênero) não foram sequer citados. E é sobre um deles que falarei hoje.

Aliás, por acaso vocês prestaram atenção no título desse post?

Tela inicial do jogo. Bonitão, não? =D

Change Air Blade é um shooter vertical, feito pela não tão conhecida Sammy (para quem não conhece, a mesma que desenvolve a série de luta “Guilty Gear”), no ano de 1999. O que se destaca nele é a sua originalidade, trata-se de um shooter um tanto quanto diferente dos outros. Aliás, totalmente diferente.

Apesar de seguir a mesma premissa fundamental de qualquer jogo do gênero (desviar das balas e acertar o adversário), aqui não temos milhões e milhões de naves genéricas dos mais variados tamanhos e tipos para depois enfrentar um “chefão” extremamente fdp em cada fase. Aqui, por mais incrível que possa parecer, temos uma boa pitada de “Street Fighter” dentro de um game da Cave, se fomos fazer uma analogia totalmente esdrúxula!! =D

Um close no título do jogo...

Nesse jogo, temos na verdade uma batalha 1 x 1 entre dois aviões. Cada um deles pode se movimentar em cada uma das metades da tela, procurando acertar o maior número de tiros possíveis um no outro. Para ambas as naves, há uma barra de energia. Alguns tiros inimigos  tiram apenas uma pequena parte da sua energia, mas a maioria dos tiros retira uma barra inteira. Ou seja, é como se você tivesse três vidas.

Esse vai pro saco rapidinho!!

São ao todo oito aviões disponíveis, cada uma com as suas características. Ao escolher o seu preferido, você enfrentará, em uma ordem determinada, todos os outros, além do clone do seu escolhido. Em muitos momentos do “duelo”, a nave adversária terá uma ajudazinha. na verdade, um robô altamente apelão e vitaminado se acoplará ao seu inimigo em vários momentos para dificultar exponencialmente a sua vida.

Maldita nave apelona!!

Claro, como se não fosse suficiente temos também algumas “naves de apoio” que, é claro, não estarão do seu lado. Como se já não tivéssemos problemas suficientes…

E ainda chama os amiguinhos...

O nosso arsenal, que consiste na habilidade com as mãos (sem besteiras, por favor, esse é um blog de família!! =D) e um controle, consiste em três botões (além do direcional, é claro). Um para atirar, outro para as bombas e um terceiro para as armas especiais. Tanto as bombas quanto as armas especiais, além do fortalecimento do seu tiro principal, são coletados a partir de itens que aparecem na tela quando acertamos a nave adversária.

Agora eu faço a festa!! 🙂

Falar dos gráficos é meio que chover no molhado. Eles são fantásticos, coloridos, com efeitos 2D muito bonitos e agradáveis de se ver (mesmo que os milhões de tiros e coisas acontecendo na tela te impeçam em algum momento de ver a sua nave). Os controles respondem muito bem também, e jogar com um controle Arcade aqui é essencial para ter a precisão adequada para desviar das balas, além de aumentar a sensação de desfrutar de um fliperama de verdade.

Salvo pela bomba!! =D

Em compensação, a dificuldade aqui é totalmente insana. E, infelizmente, não é nem um pouco linear. Especialmente pelo fato de que, além de ser um “bullet-hell” com a movimentação reduzida pela metade (ainda que seja um pouco mais lento que os clássicos da Cave), alguns dos padrões de tiros são completamente aleatórios. Mas ainda assim é bastante divertido de se jogar. Alguns comentários na internet disseram que o jogo melhora muito quando é jogado com duas pessoas, como nos jogos de luta, irei testar brevemente se isso é verdade.

E agora, como saio dessa?

Mesmo com alguns defeitos (sendo o mais latente dificuldade não-linear), “Change Air Blade pode ser uma boa pedida para aqueles que procurem algo inovador dentro de um gênero que pouco mudou desde os seus primórdios. Talvez uma equilibrada na sua dificuldade auxiliaria numa possível continuação/remake, deixando-o mais acessível a todos. Por hora, a existência dele é restrita apenas a um nicho, pelo menos até esse post, afinal de contas, é para isso que serve esse blog!

Para terminar, um vídeo do gameplay do jogo, feito por um daqueles jogadores tão bons que você suspeita que sejam robôs. Só para efeito de comparação, consegui chegar ao final dele utilizando 29 continues. Divirtam-se:

Aliás, o próximo game a ser comentado já se encontra no cabeçalho. Será que algum de vocês consegue advinhar? Dica: é um jogo de ação/plataforma.

Até o próximo post e viva aos Arcades (e ao M.A.M.E.)!!!

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01) Press Start Button

E mais um blog de games estréia por aqui!!!

Sim, o mesmo cretino que comanda o GAMERETRÔ (aquele blog que coloca um post a cada passagem do Cometa Halley) resolveu criar mais um. E também falando sobre jogos antigos!!

Só que, desta vez, falando sobre um sistema específico. Mais precisamente, sobre os jogos que encantaram os jogadores nas décadas 70, 80 e 90 (e alguns dos anos 2000), sendo que eles não eram jogados em casa, mas sim em postos de gasolina, em estações de ônibus, em grandes parques eletrônicos, ou ainda, no caso de nós brasileiros, nos lugares mais sujos e mal-freqüentados existentes (bom, pelo menos é o que a sua mãe dizia na época). Estou falando dos saudosos fliperamas (ou Arcades, se fomos nos prender a terminologia correta).

Mas esse espaço não será para falar sobre os jogos clássicos dos Arcades.

Como todos devem saber, não há outro emulador tão completo em se tratando de Arcades como o M.A.M.E. (Multiple Arcade Machine Emulador), que desde o seu lançamento há 13 anos atrás, vem fazendo a alegria dos retrogamers, com uma oferta gigantesca de jogos, desde aqueles com míseros pixels até aqueles que usam toda a paleta cores do seu computador. Por conta dessa oferta quase infinita de jogos (o arquivo do MAME que estou terminando de obter tem simplesmente 18 Gb, com mais de 6000 jogos!! Caso estejam interessados, é só clicar aqui), muitos passam totalmente despercebidos. Por esse motivo, abordarei por aqui apenas aqueles que não são conhecidos.

Bom, como o primeiro post de um blog é sempre para apresentar o projeto, vou encerrá-lo por aqui. Mas não pensem que vocês, futuros leitores (vamos ver se terei mais leitores aqui que no GAMERETRÔ, não que isso seja difícil…=D), vão ficar aqui de mãos abanando. O cabeçalho será uma parte importante desse blog, pois ele mudará constantemente. Mas isso não é apenas para “enfeitar” o blog. O cabeçalho será sempre do próximo jogo a ser comentado. E, com isso, proponho um desafio a vocês: advinhar qual será o jogo a ser comentado. Provavelmente, quando eu virar um milionário, irei distribuir prêmios a aqueles que acertarem, mas, por enquanto, fica pela diversão =D. O primeiro já está no ar, então, tentem adivinhar qual é o jogo (Dica: trata-se de um shmup).

Até o próximo post e viva aos Arcades (e ao M.A.M.E.)!!!

P.S.: Caso você esteve em Marte durante 10 anos e não sabe o que é o M.A.M.E., vejam esse ótimo link com tudo sobre ele.

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