Pensaram que ia desistir tão fácil dessa empreitada?
Nada disso!!
Caso ainda não estejam acostumados, eu costumo dar essas sumidas de vez em quando. Isso porquê, apesar de me aventurar em dois blogs, não tenho muito tempo livre. Mas fiquem tranquilos: quando o blog parecer que está morto, ele sempre dará uma sobrevida!
Mas deixemos de lamentações e vamos ao jogo desse mês. Aliás, já estou deixando a entender que esse será um blog mensal. Bom, talvez seja isso mesmo ([yoda mode on] Meditar sobre isso eu irei!![yoda mode off])!
Rampage World Tour é o segundo jogo da série Rampage, que se iniciou em 1986 (o jogo em questão é de 1997). O mote principal desse jogo é um dos sonhos de todo aficcionado em Godzillas, King Kongs, Monstros do Lago Ness, Pés-Grandes, e toda a sorte de monstros gigantescos modificados genéticamente e/ou de outros planetas: destruir cidades e mais cidades!
Fala sério: é ou não é um dos seus sonhos de infãncia? =D
No jogo em questão, você escolhe um dos três grandalhões (a saber: George, o macaquinho de circo super-desenvolvido; Lizzy, o parente do National Kid; e Ralph, o monstro da Universal que resolveu trampar em outro lugar) e sai destroçando cidade atrás de cidade, não sem antes fazer uma boquinha com os humanos do local e ser alvejado por todo o tipo de armamento terráqueo que encontrar pela frente.
Para fazer tais traquinagens, o piloto de gigantes que detém os controles dispõe de três botões: simplesmente os básicos pulo, soco e chute. Com esses comandos, o jogador precisa, para passar para a próxima cidade, cumprir os objetivos descritos no início da mesma, que vão desde “Destrua tudo que ver pela frente” (e para isso você pode utilizar os ataques normais ou simplesmente pular incessantemente em cima dos prédios) até “Consiga XXXXX pontos”.
Como dito anteriormente, teremos todas as forças de defesas terráqueas (que vão desde simples policiais com seus revólveres que te farão apenas cócegas até ogivas nucleares milhões de vezes mais mortíferas do que a bomba de Hiroshima) no seu encalço, doidas para fazer purê do seu adorado monstrinho. Aqui é o mais básico dos básicos: perdeu toda a energia, bye bye. O seu bichinho de estimação recupera a energia simplesmente comendo as iguarias que aparecem na sua frente (que vão desde frutas, um delicioso frango assado, ou, no momento de desespero, um mini-lanchinho rápido com o desavisado terráqueo).
Aqui o lance é tentar ser o mais rápido possível ao cumprir o objetivo da fase. Para isso vale botar o espírito de empreteiro de construção civil que existe em você e ser ligeiro na destruição. Caso contrário, a força aérea impedirá a destruição total destruindo toda a cidade. Sério, ela irá te impedir apenas cortando o seu barato. Mas isso implicará em uma baixa pontuação sua…
O que torna esse jogo divertido e interessante (além da sensacional sensação de ter sido o causador de uma hecatombe em inúmeras cidades sem ser preso por isso) é o seu humor bastante característico. Um exemplo bastante claro desse tipo de humor é quando o seu monstrinho de estimação faz uma boquinha com certas “iguarias”: se eles estão caracterizados como padres ou religiosos, uma luz divina (na forma de um mega-relâmpago) o punirá por ter cometido tal sacrilégio com tal criatura sagrada; caso seja um dos tonéis de lixo tóxico vindos da Scumlabs (que, aliás, é a empresa de onde eles fugiram), ele se transformará num MEGA-GIGA-ULTRA-JÚPTER-MOTHERFUCKER-MASTER-COMBO monstro chamado V.E.R.N. (Violent Enraged Radioactivated Nemesis) até o final da fase.
Eu já falei que bancar o monstrengo destruidor de cidades é legal?
O que pode pegar os desavisados de surpresa é o número de fases/cidades contidos no jogo. Sério, é simplesmente uma volta ao mundo mesmo!! Isso sem contar que, para chegar a última fase do jogo (a saber, a base lunar da Scumlabs), é necessário cumprir uma série de exigências. Provávelmente deve ter tido muito gamer que achou que esse jogo não tinha final! Para que todos comprovem que não estou delirando, veja a lista de cidades do jogo no link tirado da Wikipedia.
Apesar de soar um pouco datado hoje em dia, “Rampage World Tour” não deixa de ser um título interessante e divertido, feito especialmente para aqueles dias que você sente vontade de descontar toda a sua raiva reprimida em alguém. Afinal de contas, não há nada tão desestressante do que destruir cidades e mais cidades deliberadamente sem ser punido por isso (a não ser que o seu bichinho resolva sair da tela e queira acertar as contas com você =D)!!
E assim termina mais um post sem sentido desse blog. Sei que demorei um mês entre um post e outro, mas é assim também no meu outro blog, então é bom irem se acostumando com isso.
Acho que com essa declaração acabei de perder os meus poucos leitores! Bom, vida que segue!!
E não esqueçam de comentar a respeito e de também advinhar qual será o próximo jogo a ser comentado por aqui (ele já encontra no nosso cabeçalho). E antes que pensem maldade, não é nenhum hentai, seus pervertidos de plantão!!=D
Até o próximo post e viva aos Arcades (e ao MAME)!!!











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Clássicos!
poutz q demora hein? hehe o banner do post anterior eu acertei mas esse ai num faço a minima ideia… fantasia? hauhuhuwhuahw abraço!
Pelo visto você não está acostumado com a periodicidade dos meus posts. Não é a toa que eu me auto-entitulo “O mais relapso da blogosfera retrogamer”!! =D
E você passou muito longe da resposta!!
Quer uma dica: é um shmup com mais de 20 anos de lançamento!
Cara, nunca joguei Rampage. Só conheço o nome e só ví a versão de Game Boy sendo jogada num filme de um cara preso numa ilha.
E ainda assim, quando você colocou o banner do jogo lá em cima, “Rampage” foi a primeira coisa que me veio a cabeça.
Estranho, não é? XD
Quanto ao banner atual, eu meio que pensei em Twinbee, mas acho que não é isso, não.
Ei, faltava mesmo um blog sobre os clássicos do arcade. Me deu uma vontade louca de jogar Rampage agora…
Nossa Rampage e muito legal, vou até baixar para jogar numa hora livre, otimo blog vou começar a frequentar.
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